Lenda dos Degolados
Conta a lenda que nos Degolados (terra que pertence à freguesia de Carvoeiro), um Frade chamado João fugiu do Castelo do Caratão (terra que pertence à freguesia de Mação). O frade estava perto de um poço, uns homens viram-no. Ele, com medo, fugiu, os soldados apanharam-no na terra Frei João (terra pertencente à freguesia de Carvoeiro) e ele fugiu novamente, mas para uma terra perto (Degolados) e então os soldados degolaram-no.
E por esse motivo a terra de Frei João ficou com o nome de Frei João, nome do frade, e a de Degolados por degolarem aí o frade.
Contada por: Adelino Rafael Pina Idade: 12 anos Localidade: Degolados
Recolhida por: Jorge Miguel da Silva Dias Nº 13 Turma: B Ano:7º
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Património Cultural Local - Recolha de lendas
Lenda da Sexta-feira Santa
A minha trisavó, se fosse viva, hoje tinha 153 anos, contava que na altura que era jovem trabalhava no campo e em casa de senhores abastados. Como era muito pobre, tinha que trabalhar muito para poder dar de comer aos seus 9 filhos, e foi trabalhar numa Sexta-feira Santa. Até ao meio-dia correu tudo bem...Foi almoçar, quando regressou ao trabalho, assim que colocou o pincel na parede, este começou a escorrer sangue, quanto mais limpava, mais sangue escorria da parede. Agarrou num escadote e subiu para limpar melhor a parede com lixívia do tal sangue que lá apareceu. Caiu do escadote abaixo e partiu uma perna.
Ficou-lhe de emenda, pois nunca mais trabalhou numa Sexta-feira Santa.
Contada por: Mª do Céu Idade:37 Localidade: Mouriscas
Recolhida por: Joana Fernandes 7ºB Localidade:Mouriscas
A minha trisavó, se fosse viva, hoje tinha 153 anos, contava que na altura que era jovem trabalhava no campo e em casa de senhores abastados. Como era muito pobre, tinha que trabalhar muito para poder dar de comer aos seus 9 filhos, e foi trabalhar numa Sexta-feira Santa. Até ao meio-dia correu tudo bem...Foi almoçar, quando regressou ao trabalho, assim que colocou o pincel na parede, este começou a escorrer sangue, quanto mais limpava, mais sangue escorria da parede. Agarrou num escadote e subiu para limpar melhor a parede com lixívia do tal sangue que lá apareceu. Caiu do escadote abaixo e partiu uma perna.
Ficou-lhe de emenda, pois nunca mais trabalhou numa Sexta-feira Santa.
Contada por: Mª do Céu Idade:37 Localidade: Mouriscas
Recolhida por: Joana Fernandes 7ºB Localidade:Mouriscas
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Património cultural local - Recolha de lendas
A Lenda da Arca
Esta lenda conta-se em várias povoações com poucas variantes. Caratão, Vale do Grou e Zimbreira, que têm o seu monte, onde dizem que está uma arca com um tesouro dentro, enterrada, e ninguém dá com ela. A tampa da arca já está gasta por tanta cabra preta lhe passar por cima à hora do meio-dia, como dizem na Zimbreira.
Os mouros andaram três noites a acarretar ouro para a arca à luz de archotes, ou talvez às escuras para que ninguém os visse e não desse com a arca nem com o caminho. Dizem que a arca lá continua, e quem estiver junto dela vê os barcos a passar no porto de Envendos, talvez no Tejo ou Ocreza. No Vale do Grou conta-se que a um tal João Mexia lhe fugiu um boi preto e que só parou junto da arca.
Livro: “Monografia de Envendos”
Autor: Manuel de Jesus Martins
Junta Distrital de Santarém 1974
Recolha realizada por: Miguel Afonso
Nº17
7ºB
Esta lenda conta-se em várias povoações com poucas variantes. Caratão, Vale do Grou e Zimbreira, que têm o seu monte, onde dizem que está uma arca com um tesouro dentro, enterrada, e ninguém dá com ela. A tampa da arca já está gasta por tanta cabra preta lhe passar por cima à hora do meio-dia, como dizem na Zimbreira.
Os mouros andaram três noites a acarretar ouro para a arca à luz de archotes, ou talvez às escuras para que ninguém os visse e não desse com a arca nem com o caminho. Dizem que a arca lá continua, e quem estiver junto dela vê os barcos a passar no porto de Envendos, talvez no Tejo ou Ocreza. No Vale do Grou conta-se que a um tal João Mexia lhe fugiu um boi preto e que só parou junto da arca.
Livro: “Monografia de Envendos”
Autor: Manuel de Jesus Martins
Junta Distrital de Santarém 1974
Recolha realizada por: Miguel Afonso
Nº17
7ºB
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Património cultural local - Recolha de lendas
A Lenda do Senhor dos Paços
Conta a lenda que, no Carvoeiro, queriam celebrar a procissão do Senhor dos Paços, que é na Quaresma, mas em contrapartida não tinham a Imagem do Senhor dos Paços, e, então, houve um homem que se ofereceu para fazer de Senhor dos Paços.
Começou a procissão e o tempo estava incerto. No decorrer da procissão, começou a chover e a trovejar, e, como estava a chover e a trovejar, as pessoas para não se molharem, foram-se embora para suas casas, deixando o homem que ia a fazer de Senhor dos Paços sozinho, e então o homem exclamou:
- Vale mais ser diabo no inferno que Senhor dos Paços no Carvoeiro!!!
E ainda hoje se realiza a Procissão do Senhor dos Paços...
Contada por: Luisa Maria Alves Esteves Branco, 41 anos, Carvoeiro
Recolhida por: Beatriz Isabel Esteves Branco, nº4, 7ºB
Conta a lenda que, no Carvoeiro, queriam celebrar a procissão do Senhor dos Paços, que é na Quaresma, mas em contrapartida não tinham a Imagem do Senhor dos Paços, e, então, houve um homem que se ofereceu para fazer de Senhor dos Paços.
Começou a procissão e o tempo estava incerto. No decorrer da procissão, começou a chover e a trovejar, e, como estava a chover e a trovejar, as pessoas para não se molharem, foram-se embora para suas casas, deixando o homem que ia a fazer de Senhor dos Paços sozinho, e então o homem exclamou:
- Vale mais ser diabo no inferno que Senhor dos Paços no Carvoeiro!!!
E ainda hoje se realiza a Procissão do Senhor dos Paços...
Contada por: Luisa Maria Alves Esteves Branco, 41 anos, Carvoeiro
Recolhida por: Beatriz Isabel Esteves Branco, nº4, 7ºB
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