O MENINO JESUS FUGIU DA CABANA
No cimo de uma montanha, um senhor com barbas longas, via com uns binóculos o menino Jesus e tudo o que ele fazia.
Um dia, ele reparou, que o menino Jesus ia fugir e foi atrás dele.
Na manhã seguinte, Maria e José repararam que o Menino Jesus não estava em casa, e ficaram muito aflitos. Passados dias José disse a Maria:
- Vai chegar o Natal e o Menino Jesus não está cá!
Maria continuava muito triste, porque faltavam três semanas para esse dia tão especial e nada sabia do Menino Jesus.
E o tempo foi passando.
Dois ou três dias antes do Natal o Menino Jesus apareceu na companhia do Pai Natal.
José pensou que o Pai Natal o tinha raptado para fazer estátuas.
Então disse-lhe:
-Olha lá, desaparece daqui e dá-me o meu filho!
- Porquê? – perguntou o Pai Natal.
- Porque o raptaste!
- Não, não o raptei. – respondeu o Pai Natal.
- Não acredito em ti, vai-te mas é embora. – disse José.
Maria, que ouvia a conversa, pensava para que quereria o Pai Natal o Menino Jesus, e falou assim:
- Para que quereria o Pai NATAL o nosso filho?
José viu que tinha procedido mal com o Pai Natal e correu atrás dele para lhe pedir perdão.
Caminhou toda a tarde, até que o encontrou e disse-lhe, muito arrependido:
- Peço-lhe imensa desculpa, por tudo o que disse.
- Não faz mal. – disse o Pai Natal.
- Podes vir jantar à minha cabana nesta noite de Natal? – perguntou José.
- Obrigado, mas não posso, tenho de distribuir presentes toda a noite, para todas as crianças do mundo.
- Está bem, então Feliz Natal para ti!
- Muito obrigado, Boas Festas para vocês!
Nessa Noite de Natal todos ficaram felizes.
Vanessa, 5º B
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Concurso: "Contos de Natal"
Um Natal Quase Perfeito
Era uma vez uma menina chamada Joana.
Joana tinha apenas onze anos e vivia num bairro de Lisboa muito rico. Ao lado desse Bairro, existia um bastante pobre, que Joana conseguia ver da janela.
Nos Natais anteriores, ela punha-se à janela a ver os meninos que tinham a roupa suja e que, com certeza, também não iam receber presente neste. Natal e muito menos uma ceia de Natal como a sua. Ela ia comer peru, bacalhau e muitas outras coisas muito boas e deliciosas.
Quando começava a Época Natalícia, a Joana ia comprar os presentes e às vezes, ficava parada a olhar para os brinquedos, bastante usados e muitas vezes improvisados, com que aqueles meninos, que não conhecia, brincavam na rua.
Joana tinha medo deles, que lhe fizessem mal mas, ao mesmo tempo, gostaria muito de os tentar ajudar, mas nunca teve coragem.
Tudo isso mudou, numa tarde de sábado quando Joana ia a correr e caiu.
Uma menina pobrezinha ajudou-a a levantar-se. A menina levou-a a casa e a mãe de Joana colocou-lhe um penso.
Joana queria ter coragem para falar com a menina, mas não conseguiu dizer nada. Passados uns minutos, teve coragem de falar com ela e perguntou- lhe.
- Como te chamas?
- Chamo-me Mafalda.
- Obrigado por me teres ajudado a levantar!
- De nada.
- Olha Mafalda, tu gostas de ser pobre?
- Gosto!
- Como gostas, se nem no Natal recebes presentes, e não tens aquela ceia de Natal, em família, e o pior é que não tens dinheiro!
- Posso não ter dinheiro, mas sou feliz como sou, e posso não ter presentes, e ceia de Natal, mas tenho uma família que me adora!
Ouvindo aquilo, a mãe de Joana teve uma grande ideia, e essa ideia foi: nos Natais seguintes reunirem-se com os mais necessitados e dar-lhes um Natal como nunca tiveram.
E assim foi.
No dia vinte e quatro de Dezembro, Véspera de Natal lá estavam todos os convidados para a ceia de Natal e, claro, não podia faltar a Mafalda e a sua família.
O que aquela gente toda não sabia era que, à meia-noite em ponto, iam receber os presentes que tanto desejavam.
Terminada a Ceia de Natal, às onze horas em ponto, foram todos para a sala de estar conversar. É claro que os mais novos foram todos brincar em conjunto.
A Cláudia, que era uma criada da casa da Joana disse:
- É meia-noite em ponto, hora de abrir os presentes!
- Boas Festas! – responderam todos.
O João, que era um senhor muito simpático, lá do bairro, ofereceu-se para mascarar-se de Pai Natal, e distribuir os presentes para aquelas pessoas.
Todos gostaram dos presentes e agradeceram ao pai e à mãe de Joana.
E os Natais seguintes foram sempre muito animados.
Fim
Era uma vez uma menina chamada Joana.
Joana tinha apenas onze anos e vivia num bairro de Lisboa muito rico. Ao lado desse Bairro, existia um bastante pobre, que Joana conseguia ver da janela.
Nos Natais anteriores, ela punha-se à janela a ver os meninos que tinham a roupa suja e que, com certeza, também não iam receber presente neste. Natal e muito menos uma ceia de Natal como a sua. Ela ia comer peru, bacalhau e muitas outras coisas muito boas e deliciosas.
Quando começava a Época Natalícia, a Joana ia comprar os presentes e às vezes, ficava parada a olhar para os brinquedos, bastante usados e muitas vezes improvisados, com que aqueles meninos, que não conhecia, brincavam na rua.
Joana tinha medo deles, que lhe fizessem mal mas, ao mesmo tempo, gostaria muito de os tentar ajudar, mas nunca teve coragem.
Tudo isso mudou, numa tarde de sábado quando Joana ia a correr e caiu.
Uma menina pobrezinha ajudou-a a levantar-se. A menina levou-a a casa e a mãe de Joana colocou-lhe um penso.
Joana queria ter coragem para falar com a menina, mas não conseguiu dizer nada. Passados uns minutos, teve coragem de falar com ela e perguntou- lhe.
- Como te chamas?
- Chamo-me Mafalda.
- Obrigado por me teres ajudado a levantar!
- De nada.
- Olha Mafalda, tu gostas de ser pobre?
- Gosto!
- Como gostas, se nem no Natal recebes presentes, e não tens aquela ceia de Natal, em família, e o pior é que não tens dinheiro!
- Posso não ter dinheiro, mas sou feliz como sou, e posso não ter presentes, e ceia de Natal, mas tenho uma família que me adora!
Ouvindo aquilo, a mãe de Joana teve uma grande ideia, e essa ideia foi: nos Natais seguintes reunirem-se com os mais necessitados e dar-lhes um Natal como nunca tiveram.
E assim foi.
No dia vinte e quatro de Dezembro, Véspera de Natal lá estavam todos os convidados para a ceia de Natal e, claro, não podia faltar a Mafalda e a sua família.
O que aquela gente toda não sabia era que, à meia-noite em ponto, iam receber os presentes que tanto desejavam.
Terminada a Ceia de Natal, às onze horas em ponto, foram todos para a sala de estar conversar. É claro que os mais novos foram todos brincar em conjunto.
A Cláudia, que era uma criada da casa da Joana disse:
- É meia-noite em ponto, hora de abrir os presentes!
- Boas Festas! – responderam todos.
O João, que era um senhor muito simpático, lá do bairro, ofereceu-se para mascarar-se de Pai Natal, e distribuir os presentes para aquelas pessoas.
Todos gostaram dos presentes e agradeceram ao pai e à mãe de Joana.
E os Natais seguintes foram sempre muito animados.
Fim
Concurso: "Contos de Natal"
UMA ESTRELA CADENTE
Era uma vez, num dia frio e chuvoso no País dos Sonhos. Nesse País vivia uma família muito pobre…
Passaram dias, semanas e meses, até que chegou o Natal. As ruas estavam enfeitadas de luzes, tudo estava muito bonito e perfeito.
Todos os dias das semanas de Dezembro, um menino vestido com farrapos chamado Miguel, sabia que em Dezembro, havia algo de mágico! Todas as noites uma coisa brilhante passava no céu.
Um dia, Miguel ao deitar-se na neve fria, olhou para o céu escuro, onde brilhava pequenas estrelas que pareciam dizer-lhe “espera um pouco”… e ele, coitado ficava à espera que algo acontecesse.
Uma, duas, três, quatro, cinco… Contava as estrelas do céu, de repente uma estrela cadente passava a toda a velocidade no céu. Miguel fechou os olhos, cruzou os dedos e pediu baixinho um desejo para a Noite de Natal. Um desejo só dele.
Chegou o dia 24 de Dezembro. Miguel não estava contente como nos outros anos. Nesse dia estava muito nervoso, pois já deveria ter recebido o que tinha pedido à estrela.
Olhou para o relógio e viu que já era 11:30 da noite, hora de já estar a dormir e de ter chegado tudo o que pedira `a estrela cadente. Ele não sabia que as prendas só eram entregues à meia-noite, no dia de Natal, e então disse:
- Nunca mais acredito numa estrela cadente, que realiza os sonhos. Acredito sim que um dia serei a melhor pessoa do mundo.
2º Prémio, Micaela Coelho, 5º ano, turma B
Era uma vez, num dia frio e chuvoso no País dos Sonhos. Nesse País vivia uma família muito pobre…
Passaram dias, semanas e meses, até que chegou o Natal. As ruas estavam enfeitadas de luzes, tudo estava muito bonito e perfeito.
Todos os dias das semanas de Dezembro, um menino vestido com farrapos chamado Miguel, sabia que em Dezembro, havia algo de mágico! Todas as noites uma coisa brilhante passava no céu.
Um dia, Miguel ao deitar-se na neve fria, olhou para o céu escuro, onde brilhava pequenas estrelas que pareciam dizer-lhe “espera um pouco”… e ele, coitado ficava à espera que algo acontecesse.
Uma, duas, três, quatro, cinco… Contava as estrelas do céu, de repente uma estrela cadente passava a toda a velocidade no céu. Miguel fechou os olhos, cruzou os dedos e pediu baixinho um desejo para a Noite de Natal. Um desejo só dele.
Chegou o dia 24 de Dezembro. Miguel não estava contente como nos outros anos. Nesse dia estava muito nervoso, pois já deveria ter recebido o que tinha pedido à estrela.
Olhou para o relógio e viu que já era 11:30 da noite, hora de já estar a dormir e de ter chegado tudo o que pedira `a estrela cadente. Ele não sabia que as prendas só eram entregues à meia-noite, no dia de Natal, e então disse:
- Nunca mais acredito numa estrela cadente, que realiza os sonhos. Acredito sim que um dia serei a melhor pessoa do mundo.
2º Prémio, Micaela Coelho, 5º ano, turma B
Visita ao Palácio Nacional da Pena
“Aprender”
Para a Pena fomos
A brincar e a aprender
Nela pudemos
Your browser may not support display of this image. O passado conhecer
E assim muito aprender.
Para lá chegar
Pela Serra de Sintra tivemos de passar
Embora não fosse fácil
Bom ar puro pudemos respirar.
Morada de reis e rainhas
Pudemos observar
Junto com os seus pertences
Que costumavam usar.
Boa maneira de aprender
E Portugal conhecer.
E com orgulho dizer
Que muito nos ajuda a crescer.
Ana Catarina, 5.ºA
IMPRIMIR SEM TINTA!!!
A empresa japonesa Sanwa desenvolveu uma curiosa impressora que não necessita de toner nem de tinta. Além desta promissora característica a impressora ainda tem a capacidade de reabilitar e reaproveitar o próprio papel (cada folha pode ser utilizada até 1000 impressões).
Assim, todos os documentos que já não sejam necessários, em vez de terem como fim o caixote do lixo, voltam à impressora que os apaga em segundos para serem de novo imprimidos.
Claro que já vos passará pela cabeça o estrondoso preço desta maravilha da tecnologia, sim e confesso que dói um pouco só de saber.
Esta primeira versão do equipamento custará a módica quantia de 5600 dólares/4070 euros, enquanto cada uma das suas folhas especiais custarão uns gritantes dois euros e meio (1.000 unidades dessas folhas custam 3.345 dólares)...
Pesquisa de Jesualdo Matos
sábado, 20 de fevereiro de 2010
I CONCURSO LITERÁRIO
8º ano 1º Prémio
Um sorriso
Eram seis horas da tarde de dia vinte e três de Dezembro, e o Miguel entrava em casa vindo do parque, onde sozinho fora brincar, já que eram muito poucos os amigos que tinha. Espreitando através da fisga da porta, o rapaz de olhos castanhos como o chocolate, observou os seus pais, que conversavam com ar sério e ao mesmo tempo triste:
- A nossa situação está mesmo muito complicada. Coitadas das crianças. Nós nunca tivemos um Natal recheado de prendas para os meninos, ou uma Consoada com peru e bacalhau, mas este ano vai ser o pior de todos.
- Tens toda a razão, mas podemos tentar resolver isto, ou pelo menos disfarçar à frente dos miúdos.
Miguel, ouvindo isto, não conseguiu conter que uma gota de água salgada escorresse pela sua face, lembrando-se dos seus colegas de escola, que falaram o mês inteiro sobre caros presentes e a sua grande família à volta de uma mesa requintadamente decorada para a ocasião.
Na manhã seguinte, o céu estava muito nublado, impedindo o sol de espreitar, e o vento gritava sem descanso. O rapaz levantou-se num pulo, ainda cedo, e foi dar um passeio pelo bairro, deixando o resto da família a dormir. No caminho, Miguel encontrou Jeremias, seu conhecido e amigo de seu pai, um velhote simpático de uma sabedoria imensa, que todos os dias sorria às criancinhas que passavam em frente ao prédio, cuja entrada era o seu abrigo. Miguel nunca tinha percebido bem como é que uma pessoa sem um tecto, agasalhos ou uma família, conseguia encarar a realidade com aquele sorriso na cara, mas não achou que o momento fosse o mais indicado para fazer tal pergunta. No entanto, Jeremias respondeu-lhe:
- Sabes, Miguel, a vida nem sempre é um mar de rosas e muitas vezes tenta deitar-nos abaixo, mas ela é muita curta e não podemos deixar que isso aconteça. Todas as pessoas se perguntam como é que alguém como eu consegue viver assim e continuar alegre?! A mim, o que me mantém vivo por dentro, são os sorrisos que aquelas crianças retribuem todos os dias e o brilho de felicidade que os seus pequenos olhos me transmitem. Nunca te esqueças disto: o amor e o carinho são o mais importante de tudo.
Miguel, sem encontrar palavras para responder a tão sábia afirmação, simplesmente sorriu e continuou o seu caminho. Chegou a casa, já os pais e os irmãos estavam de pé, à sua espera para almoçar.
Durante toda a tarde, não conseguiu deixar de pensar no que o velho Jeremias lhe tinha dito, concluindo sem demora que ele tinha razão.
Chegada a hora da Consoada, a família reuniu-se à volta de uma pequena mesa, que suportava uma travessa com pescada. Todos estavam tristes, excepto Miguel, que rematou:
- Não importa aquilo que hoje comemos ou onde comemos, mas sim com quem o fazemos. Tal como alguém me disse: o amor e o carinho são o mais importante de tudo.
Ana Martins – 8º C
Um sorriso
Eram seis horas da tarde de dia vinte e três de Dezembro, e o Miguel entrava em casa vindo do parque, onde sozinho fora brincar, já que eram muito poucos os amigos que tinha. Espreitando através da fisga da porta, o rapaz de olhos castanhos como o chocolate, observou os seus pais, que conversavam com ar sério e ao mesmo tempo triste:
- A nossa situação está mesmo muito complicada. Coitadas das crianças. Nós nunca tivemos um Natal recheado de prendas para os meninos, ou uma Consoada com peru e bacalhau, mas este ano vai ser o pior de todos.
- Tens toda a razão, mas podemos tentar resolver isto, ou pelo menos disfarçar à frente dos miúdos.
Miguel, ouvindo isto, não conseguiu conter que uma gota de água salgada escorresse pela sua face, lembrando-se dos seus colegas de escola, que falaram o mês inteiro sobre caros presentes e a sua grande família à volta de uma mesa requintadamente decorada para a ocasião.
Na manhã seguinte, o céu estava muito nublado, impedindo o sol de espreitar, e o vento gritava sem descanso. O rapaz levantou-se num pulo, ainda cedo, e foi dar um passeio pelo bairro, deixando o resto da família a dormir. No caminho, Miguel encontrou Jeremias, seu conhecido e amigo de seu pai, um velhote simpático de uma sabedoria imensa, que todos os dias sorria às criancinhas que passavam em frente ao prédio, cuja entrada era o seu abrigo. Miguel nunca tinha percebido bem como é que uma pessoa sem um tecto, agasalhos ou uma família, conseguia encarar a realidade com aquele sorriso na cara, mas não achou que o momento fosse o mais indicado para fazer tal pergunta. No entanto, Jeremias respondeu-lhe:
- Sabes, Miguel, a vida nem sempre é um mar de rosas e muitas vezes tenta deitar-nos abaixo, mas ela é muita curta e não podemos deixar que isso aconteça. Todas as pessoas se perguntam como é que alguém como eu consegue viver assim e continuar alegre?! A mim, o que me mantém vivo por dentro, são os sorrisos que aquelas crianças retribuem todos os dias e o brilho de felicidade que os seus pequenos olhos me transmitem. Nunca te esqueças disto: o amor e o carinho são o mais importante de tudo.
Miguel, sem encontrar palavras para responder a tão sábia afirmação, simplesmente sorriu e continuou o seu caminho. Chegou a casa, já os pais e os irmãos estavam de pé, à sua espera para almoçar.
Durante toda a tarde, não conseguiu deixar de pensar no que o velho Jeremias lhe tinha dito, concluindo sem demora que ele tinha razão.
Chegada a hora da Consoada, a família reuniu-se à volta de uma pequena mesa, que suportava uma travessa com pescada. Todos estavam tristes, excepto Miguel, que rematou:
- Não importa aquilo que hoje comemos ou onde comemos, mas sim com quem o fazemos. Tal como alguém me disse: o amor e o carinho são o mais importante de tudo.
Ana Martins – 8º C
CONCURSO: ESCREVER UM CONTO
CONTO DE NATAL
1º PRÉMIO 7º ano
Um Natal Feliz
Era uma vez uma aldeia que estava junto à costa portuguesa. Era uma aldeia pequena, bonita e tinha muitos pinhais e uma praia. Nessa aldeia viviam duas crianças, dos seus nove anos. Eram ambas meninas uma chamava-se Alice e a outra chamava-se Filipa. As duas meninas andavam juntas na escola. No recreio, falavam recordando os Natais passados.
A Alice era uma menina rica, mas a Filipa era uma menina pobre. A Alice morava numa grande casa, com um jardim e um lago. Enquanto que a Filipa vivia numa cabana no pinhal.
No dia 24 de Dezembro, a Alice e a sua Mãe preparavam as coisas para o jantar de Natal, quando a Alice perguntou à sua Mãe:
- Mãe, podemos convidar a Filipa para vir cá jantar?
- Não, filha a Filipa é pobre e, além disso, ela não é da nossa família.
- Mas, Mãe, os pobres também têm Natal, pois têm?
- Não, Alice, os pobres não têm Natal.
Embora não concordando com sua Mãe, Alice calou-se e foi preparar a mesa. Depois, voltou outra vez a perguntar à sua Mãe:
- Mãe, posso ir visitar a Filipa, à sua cabana ao pinhal?
- Não, está muito frio, e os lobos devem de andar por perto.
Alice foi-se deitar e já quando todos dormiam, levantou-se da cama e foi ao pinhal. De repente, ouviu uivar os lobos, mas correu tão depressa que chegou à cabana da Filipa. Quando lá chegou, viu a cabana coberta de anjos e, lá dentro, a Filipa e a sua Mãe conversavam alegremente.
A partir daí a Alice compreendeu que o Natal é:
- PAZ
- ALEGRIA
- SAÚDE
- FELICIDADE
- TEMPO DE FESTA ...para todos.
Patrícia Esteves 7ºB
1º PRÉMIO 7º ano
Um Natal Feliz
Era uma vez uma aldeia que estava junto à costa portuguesa. Era uma aldeia pequena, bonita e tinha muitos pinhais e uma praia. Nessa aldeia viviam duas crianças, dos seus nove anos. Eram ambas meninas uma chamava-se Alice e a outra chamava-se Filipa. As duas meninas andavam juntas na escola. No recreio, falavam recordando os Natais passados.
A Alice era uma menina rica, mas a Filipa era uma menina pobre. A Alice morava numa grande casa, com um jardim e um lago. Enquanto que a Filipa vivia numa cabana no pinhal.
No dia 24 de Dezembro, a Alice e a sua Mãe preparavam as coisas para o jantar de Natal, quando a Alice perguntou à sua Mãe:
- Mãe, podemos convidar a Filipa para vir cá jantar?
- Não, filha a Filipa é pobre e, além disso, ela não é da nossa família.
- Mas, Mãe, os pobres também têm Natal, pois têm?
- Não, Alice, os pobres não têm Natal.
Embora não concordando com sua Mãe, Alice calou-se e foi preparar a mesa. Depois, voltou outra vez a perguntar à sua Mãe:
- Mãe, posso ir visitar a Filipa, à sua cabana ao pinhal?
- Não, está muito frio, e os lobos devem de andar por perto.
Alice foi-se deitar e já quando todos dormiam, levantou-se da cama e foi ao pinhal. De repente, ouviu uivar os lobos, mas correu tão depressa que chegou à cabana da Filipa. Quando lá chegou, viu a cabana coberta de anjos e, lá dentro, a Filipa e a sua Mãe conversavam alegremente.
A partir daí a Alice compreendeu que o Natal é:
- PAZ
- ALEGRIA
- SAÚDE
- FELICIDADE
- TEMPO DE FESTA ...para todos.
Patrícia Esteves 7ºB
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
"Personagem Mistério"
Olá!
Continuo à espera dos vossos comentários sobre as fotos e sobre esta rubrica, obrigada pelos comentários já feitos….
Esta foto trata-se de uma Professora da Escola E.B.2ºe 3ºciclo/S de Mação, que não vive em Mação, é muito dedicada ao trabalho e tranquila.
Quando era criança já transmitia essa tranquilidade!

Quem será?
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