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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

My best friend

I like it very much because it helps me with my homework when I need it, it keeps me in touch with my friends and entertains me when I’m bored or sad.
My best friend loves playing computer games with me. Sometimes it plays cool songs and films for me. It is very good at searching for information on the Internet and it likes saving all types of information in its memory. It enjoys updating its knowledge, too. Actually, it is always there for me when I need it.
It is very helpful, hard-working, intelligent, sociable and fast!
It is not very heavy! It is black and its tattoos are colorful stickers!
My best friend is from Taiwan and lives in Mouriscas! It is two years old and it is called Asus!



Diogo Branco
e
Soraia Silva

10ºB

terça-feira, 11 de maio de 2010

A minha terra

Quando paro, dou comigo a pensar
Na minha existência,
Quer dizer, na minha vivência,
Na terra onde moro,
Onde sou feliz e
Não demoro
A admitir que a adoro!

Mouriscas que lindo nome,
Provém dos mouros
Pois bem...
E a beleza, a delicadeza,
Até a pureza das suas águas
Donde vem?

Dez, doze, catorze - Quantas fontes não sei bem!
Até as capelas são tantas
Que esta freguesia tem
Que não deve existir ninguém
Que a tal encanto resista!

O rio que por aqui passa
Com águas límpidas e transparentes
Onde junto com os meus parentes
Me delicio a descansar,
E não só...
Também a pescar e a passear!

Este clima é um espanto
E até me espanto
Quando dou por mim
A pensar,
Será que conseguia amar
Outro lugar que não fosse este?

Este lugar é magnífico,
Tem moinhos,
Igrejas e capelinhas,
Nascentes e fontinhas,
Onde podemos descansar,
Tem indivíduos desconhecidos
E pessoas que nunca
Vou deixar de amar!
Agradeço a todos os antepassados
Pelos anos mal passados,
Os tormentos, as guerras e
Até as entregas, pela conquista
Deste sítio deslumbrante!

Cláudia Crispim, nº7, 7ºB

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Concurso: "Contos de Natal"

A Sorte do Pai Natal

Um dia, o pai Natal ia no ar com o seu trenó cheio de prendas e com as suas renas voadoras.

Mais à frente, deixou cair um saco com prendas mas não reparou que o saco tinha caído.

No dia seguinte, passaram lá dois meninos: o Luís e o Pedro, viram o saco e foram logo a correr para ver o que lá estava dentro. Quando viram os brinquedos o Luís quis ficar com eles, mas o Pedro disse:

- Mas as prendas não são nossas! -o Luís concordou e respondeu:

- Tens razão Pedro, as prendas não são nossas mas elas são tão bonitas por isso è que eu disse que queria ficar com elas. Então vamos à cidade ver se encontramos lá o Pai Natal!

Decidiram então ir à cidade ver se apanhavam o pai natal mas disseram--lhes que o pai natal só vinha no dia seguinte.

-Bem, sendo assim a única coisa a fazer é esperar! – Disse o Pedro.

Mal o dia começou, voltaram à cidade e esperaram que o Pai Natal chegasse. Quando o Pai Natal chegou para perguntar às pessoas o que queriam receber neste Natal, o Luís, com a ajuda do Pedro entregou-lhe o saco com as prendas e ficaram contentes pelo facto de o Pai Natal lhes ter agradecido.

No Natal, o Luís e o Pedro receberam todas as prendas que tinham encontrado no saco. Essa, foi a forma de o Pai Natal os recompensar por terem entregue as prendas que ele tinha perdido no passeio do dia anterior.


Edgar Pereira 5ºB Nº5

Concurso: "Contos de Natal"

O Espírito de Natal

Estamos em 2009. As pessoas começam os preparativos para a mais linda e colorida festa do ano: o Natal. Luís vai às compras com os pais. A família reúne-se sempre no Natal para trocar as prendas. Eles apressam-se para terem todas as prendas, pois o Supermercado está a ficar cheio.

Quando acabam de as comprar, dirigem-se à caixa para as pagar. Eram, ao todo, 25 prendas embrulhadas e, juntos, dirigem-se para o carro.

-Temos prendas para todos, mãe? - pergunta o Luís.

-Temos filho. Uma para cada membro da família. – responde-lhe a mãe, enquanto carrega o carro com as compras.

Faltavam dois dias para o Natal e o Luís estava muito contente porque ia passar uma semana com a sua família. A família entra no carro e logo arrancam para o Norte.

Quando chegam a casa do avô da família, são recebidos de braços abertos e logo conversam uns com os outros. Luís vai ter com os primos e brincam todos juntos. À noite, a família reúne-se à mesa e comem o que querem.

Perto da meia-noite, os meninos vão para a cama e os adultos conversam mais um pouco e depois vão deitar-se.

De manhã, toda a gente se levanta e prepara as coisas enquanto as crianças conversam e brincam. Vai ser uma noite extraordinária! Entretanto:

-Abram alas para o príncipe da família.

Era o primo mais chato que Luís tivera. O Daniel era o mais rico da família e tratavam-no como um príncipe. Todos os primos do Luís foram para ao pé dele.

-Pois é, os meus pais não vieram, porque estão a tratar de negócios. – disse orgulhoso o Daniel aos primos.

Entretanto, os primos foram almoçar e depois foram ao parque.

Luís não quis brincar, pois viu um mendigo e foi-lhe dar algum dinheiro e o mendigo segredou-lhe ao ouvido:

-Vais ter muitas prendas, alegria e felicidade neste Natal, rapaz.

Pouco depois, o mendigo foi falar com o Daniel.

-Então tu é que és o Daniel. Sou amigo do teu avô. És rico, não és?

-Vai-te embora! Não dou dinheiro aos pobres!

-Não vais ter nenhuma prenda este ano e vais ser triste como ninguém! – disse o mendigo ao afastar-se.

O Luís foi para casa a pensar nas palavras do mendigo.

À noite, depois do jantar, as crianças e os adultos reuniram-se e trocaram prendas. E as palavras do mendigo concretizaram-se.

-Por que é que eu não recebi prendas? – perguntou o Daniel muito admirado.

-Bem…És tão rico que podes comprá-las tu mesmo. – volveu o avô.

Lá para a uma da manhã, toda a gente se foi deitar menos o Luís.

-Avô, quem era o mendigo que falou connosco no parque? – perguntou Luís.

-Um velho amigo meu. – respondeu o avô – Chamamo-lo de Espírito de Natal.

-Porquê?

-Porque é ele que vê quem merece receber prendas e quem não merece.


Raquel Cabrita, 6º B

Concurso: "Contos de Natal"

O MENINO JESUS FUGIU DA CABANA

No cimo de uma montanha, um senhor com barbas longas, via com uns binóculos o menino Jesus e tudo o que ele fazia.

Um dia, ele reparou, que o menino Jesus ia fugir e foi atrás dele.

Na manhã seguinte, Maria e José repararam que o Menino Jesus não estava em casa, e ficaram muito aflitos. Passados dias José disse a Maria:

- Vai chegar o Natal e o Menino Jesus não está cá!

Maria continuava muito triste, porque faltavam três semanas para esse dia tão especial e nada sabia do Menino Jesus.

E o tempo foi passando.

Dois ou três dias antes do Natal o Menino Jesus apareceu na companhia do Pai Natal.

José pensou que o Pai Natal o tinha raptado para fazer estátuas.

Então disse-lhe:

-Olha lá, desaparece daqui e dá-me o meu filho!

- Porquê? – perguntou o Pai Natal.

- Porque o raptaste!

- Não, não o raptei. – respondeu o Pai Natal.

- Não acredito em ti, vai-te mas é embora. – disse José.

Maria, que ouvia a conversa, pensava para que quereria o Pai Natal o Menino Jesus, e falou assim:

- Para que quereria o Pai NATAL o nosso filho?

José viu que tinha procedido mal com o Pai Natal e correu atrás dele para lhe pedir perdão.

Caminhou toda a tarde, até que o encontrou e disse-lhe, muito arrependido:

- Peço-lhe imensa desculpa, por tudo o que disse.

- Não faz mal. – disse o Pai Natal.

- Podes vir jantar à minha cabana nesta noite de Natal? – perguntou José.

- Obrigado, mas não posso, tenho de distribuir presentes toda a noite, para todas as crianças do mundo.

- Está bem, então Feliz Natal para ti!

- Muito obrigado, Boas Festas para vocês!

Nessa Noite de Natal todos ficaram felizes.


Vanessa, 5º B

Concurso: "Contos de Natal"

Um Natal Quase Perfeito

Era uma vez uma menina chamada Joana.

Joana tinha apenas onze anos e vivia num bairro de Lisboa muito rico. Ao lado desse Bairro, existia um bastante pobre, que Joana conseguia ver da janela.

Nos Natais anteriores, ela punha-se à janela a ver os meninos que tinham a roupa suja e que, com certeza, também não iam receber presente neste. Natal e muito menos uma ceia de Natal como a sua. Ela ia comer peru, bacalhau e muitas outras coisas muito boas e deliciosas.

Quando começava a Época Natalícia, a Joana ia comprar os presentes e às vezes, ficava parada a olhar para os brinquedos, bastante usados e muitas vezes improvisados, com que aqueles meninos, que não conhecia, brincavam na rua.

Joana tinha medo deles, que lhe fizessem mal mas, ao mesmo tempo, gostaria muito de os tentar ajudar, mas nunca teve coragem.

Tudo isso mudou, numa tarde de sábado quando Joana ia a correr e caiu.

Uma menina pobrezinha ajudou-a a levantar-se. A menina levou-a a casa e a mãe de Joana colocou-lhe um penso.

Joana queria ter coragem para falar com a menina, mas não conseguiu dizer nada. Passados uns minutos, teve coragem de falar com ela e perguntou- lhe.

- Como te chamas?

- Chamo-me Mafalda.

- Obrigado por me teres ajudado a levantar!

- De nada.

- Olha Mafalda, tu gostas de ser pobre?

- Gosto!

- Como gostas, se nem no Natal recebes presentes, e não tens aquela ceia de Natal, em família, e o pior é que não tens dinheiro!

- Posso não ter dinheiro, mas sou feliz como sou, e posso não ter presentes, e ceia de Natal, mas tenho uma família que me adora!

Ouvindo aquilo, a mãe de Joana teve uma grande ideia, e essa ideia foi: nos Natais seguintes reunirem-se com os mais necessitados e dar-lhes um Natal como nunca tiveram.

E assim foi.

No dia vinte e quatro de Dezembro, Véspera de Natal lá estavam todos os convidados para a ceia de Natal e, claro, não podia faltar a Mafalda e a sua família.

O que aquela gente toda não sabia era que, à meia-noite em ponto, iam receber os presentes que tanto desejavam.

Terminada a Ceia de Natal, às onze horas em ponto, foram todos para a sala de estar conversar. É claro que os mais novos foram todos brincar em conjunto.

A Cláudia, que era uma criada da casa da Joana disse:

- É meia-noite em ponto, hora de abrir os presentes!

- Boas Festas! – responderam todos.

O João, que era um senhor muito simpático, lá do bairro, ofereceu-se para mascarar-se de Pai Natal, e distribuir os presentes para aquelas pessoas.

Todos gostaram dos presentes e agradeceram ao pai e à mãe de Joana.

E os Natais seguintes foram sempre muito animados.


Fim

Concurso: "Contos de Natal"

UMA ESTRELA CADENTE

Era uma vez, num dia frio e chuvoso no País dos Sonhos. Nesse País vivia uma família muito pobre…

Passaram dias, semanas e meses, até que chegou o Natal. As ruas estavam enfeitadas de luzes, tudo estava muito bonito e perfeito.

Todos os dias das semanas de Dezembro, um menino vestido com farrapos chamado Miguel, sabia que em Dezembro, havia algo de mágico! Todas as noites uma coisa brilhante passava no céu.

Um dia, Miguel ao deitar-se na neve fria, olhou para o céu escuro, onde brilhava pequenas estrelas que pareciam dizer-lhe “espera um pouco”… e ele, coitado ficava à espera que algo acontecesse.

Uma, duas, três, quatro, cinco… Contava as estrelas do céu, de repente uma estrela cadente passava a toda a velocidade no céu. Miguel fechou os olhos, cruzou os dedos e pediu baixinho um desejo para a Noite de Natal. Um desejo só dele.

Chegou o dia 24 de Dezembro. Miguel não estava contente como nos outros anos. Nesse dia estava muito nervoso, pois já deveria ter recebido o que tinha pedido à estrela.

Olhou para o relógio e viu que já era 11:30 da noite, hora de já estar a dormir e de ter chegado tudo o que pedira `a estrela cadente. Ele não sabia que as prendas só eram entregues à meia-noite, no dia de Natal, e então disse:

- Nunca mais acredito numa estrela cadente, que realiza os sonhos. Acredito sim que um dia serei a melhor pessoa do mundo.



2º Prémio, Micaela Coelho, 5º ano, turma B

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Poema: (re)início

As férias estão a acabar,
Passaram a correr,
Sem eu dar por nada.
E agora vou recomeçar a aprender.

A escola está a começar,
O lápis e a borracha prontos para estrear,
O ano lectivo está prestes a arrancar.
E a matéria pronta para dar.

No primeiro dia de aulas,
Vamo-nos apresentar,
Conhecer os professores que este ano vamos ter.
Vamos brincar na aventura de estudar.

Neste tempo de aulas,
Voltamos com força de vontade,
E vamos descobrir
O valor da amizade...

Elaborado por: Patrícia Isabel Delgado Esteves nº19 7ºB

TEXTOS AO ACASO: O MEU PRIMEIRO DIA DE AULAS





Foi o dia em que o nervosismo falou mais alto.
O nervosismo de voltar a ver os amigos.
Neste dia inesquecível, o mundo girava à volta da escola sem parar, como se só houvesse vida naquele lugar.
Não sei explicar, são sensações que ficam para sempre.
O tempo marca tudo: as alegrias, as dores, as emoções e as paixões que vivemos na escola.
Só se vive uma vez.
Tudo depende de nós!!

Mariana Margarido
7.º C